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quinta-feira, 19 de abril de 2012
[Momento Espírita] Contentar-se
[MURAL - CVDEE] Apoio Fraternal
Olá...
Booom diaaa! :)
Tudo em paz com vc?! :)
Que sua quinta-feira seja feita de confiança...
APOIO FRATERNAL
Não digas que esta ou aquela criatura não necessita de compaixão.
Não nos referimos à piedade negativa que, em se manifestando, deixa os infelizes mais infelizes. Reportamo-nos à compreensão que nos habilita a entender as necessidades da pessoa humana e a prestar-lhe o auxílio direto ou indireto que se nos faça possível, objetivando-se-lhe a sustentação do equilíbrio no grupo social que lhe seja próprio.
-0-
Encontrarás, talvez, um homem forte, em plenitude de robustez física e, provavelmente, acreditarás que ele não requisite qualquer forma de amparo. Entretanto, esse amigo, supostamente privilegiado pela natureza, pede simpatia que o mantenha na direção do bem.
A mulher ricamente adornada que supões venturosa, muitas vezes, transporta consigo pesadas desilusões, a rogar-te auxílio a fim de conseguir suportar a carga de sofrimentos a que se vincula.
Quem administra espera a cooperação de quantos lhe partilhem a tarefa para que essa tarefa se derrame em amparo generalizado, em favor de todas as criaturas para as quais é dirigida.
Quem obedece solicita o concurso possível dos outros para que as sugestões da indisciplina não lhe conturbem a vida.
-o-
Os bons exigem apoio das ideias e palavras edificantes para que não se desviem da rota que o mundo lhes assinala e os maus reclamam proteção específica, a fim de que se contenham e aprendam a se desvencilhar de qualquer conotação com as forças da crueldade.
-o-
Conciliemo-nos, buscando comunicar-nos através do lado melhor que possamos apresentar em esforço recíproco, para que a parte ainda rústica de que sejamos portadores, seja burilada menos dificilmente pelos instrumentos da vida.
-o-
Concluamos, assim, que seja qual seja o caminho em que estivermos, quantos nos cruzem os passos necessitam de paz e compreensão. E, dentro do assunto, observemos que, em nos referindo a semelhantes recursos, todos nós, em qualquer posição, precisamos e precisaremos deles também.
(De “Confia e segue”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)
Um dia todinho feito de harmonia,
todinho iluminado de felicidade,
todinho perfumado de amor,
pra vc e todos ao seu redor.
Abraços com carinho
Equipe CVDEE
CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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programa Paltalk (para fazer download: www.paltalk.com)
Dia: Sexta-feira
Horário: 21 horas
categoria Central & South America - Brazil
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terça-feira, 17 de abril de 2012
MOBILIDADE - Do caos à gênese do otimismo
Esta matéria é a primeira de muitas que virão. Tenho a agradecer aos Editores da Revista Bicicleta que me foi concedido a publicação desta matéria mensal (autor: André Geraldo Soares - Revista Bicicleta - Ano 02 - nº 14 - Fevereiro de 2012, p. 38.
O ano de 2012 já começa com duas boas notícias para os ciclistas: o parlamento da União Europeia votou favoravelmente à ampliação da EuroVelo, a rede europeia de ciclovias, para 700.000 km; e a Alemanha construirá, ainda nesse ano, com 60 km de extensão, a primeira de sua projetada rede de autoestradas com quatro pistas exclusivas para ciclistas. Obviamente que o calibre dessas medidas não tem ainda lugar no solo tupiniquim.
Examinemos a história recente da administração pública brasileira para verificar se existem fatos que podem nos conceder o prazer do otimismo: qual cidade está sendo contemplada com um plano de desenvolvimento ciclístico a curto médio e longo prazo? Qual prefeitura instituiu qualquer meta mensurável de acréscimo da participação da bicicleta na mobilidade urbana para a próxima década? Qual conselho Municipal de Transporte (ou similar, onde ousa existir) delibera sobre a bicicleta no trânsito? Quais programas de incentivo, de forma continuada, foram implementados em nível estadual ou federal? Qual é a qualidade das vias ciclísticas recentemente construídas? Ou seja, onde e quanto as coisas realmente têm melhorado?
Em se tratando de mobilidade urbana, o que se entende por "melhoramento" está sempre ligado à expansão da infraestrutura para os veículos motorizados individuais. Melhoramento via´rio significa para os planejadores urbanos e técnicos de obras públicas, aumentar a capacidade de tráfego de carros com viadutos e duplicações - e se algum minguado canteiro de flores é acrescentado, a intervenção ganha o pomposo nome de "humanização". Entretanto, toda vez que se melhoras o trânsito de carros, temos duas invariáveis consequências.
A consequência imediata é a piora da vida dos ciclistas, pedestres e cadeirantes. Fica mais demorado e perigoso atravessar uma rua que se torna mais larga e na qual a velocidade regulamentada - e desobedecida - torna-se maior; com o fluxo e a velocidade, as raras faixas de travessia de pedestres viram enfeites na pista; os pontos de ônibus, quando não são eliminados, são deslocados para mais longe; passarelas para pedestres, quando construídas, são espaçadas e requerem uma escalada equivalente a um prédio de dois andares.
E a consequência posterior, geralmente em curto prazo, é a re-saturação do trânsito, mantendo ou ampliando o congestionamento e a poluição. O que ocorre, sem que os planejadores urbanos o admitam, é que todo melhoramento é sempre paliativo e provisório, deslocando o ponto de estrangulamento para mais adiante, e que a oferta de novas vias estimula o cidadão a comprar um carro, seja para fugir do - propositalmente? - precário transporte público, seja porque caminhar e pedalar por ali tornou-se impeditivo.
O melhoramento viário e o tecido urbano, arruína ecossistema e paisagens naturais e ignora quem se locomove ativamente. Quanto mais elogiosas são as manchetes jornalísticas, mais nocivo o trânsito se torna para os seus elementos mais vulneráveis, mais para longe se expulsa a tranquilidade, mais se avança na contramão da sustentabilidade e da democracia.
Agora é preciso distinguir entre a análise e a ação. A análise da situação e das perspectivas precisa ser realista, sem ser contaminada por ilusões otimistas ou por torpores pessimistas de quem conduz. Dito isto, é preciso admitir que o quadro da mobilidade urbana no Brasil e da inclusão ciclística é ruim e as expectativas não são promissoras: a mentalidade administrativa prioriza o desenvolvimento econômico e a vontade popular é dominada pela busca do conforto individual.
Uma perspectiva pessimista só pode ser arredada se encontrarmos indícios de uma reação social, uma reação crescente em quantidade - a transformação dos isolados ativistas em massa - e em qualidade - atividades organizadas, campanhas eficientes, pressão política etc. Agora sim, podemos encontrar apoio para o otimismo: não obstante o desânimo dos movimentos sociais brasileiros na última década, e apesar do avanço ainda acelerado do desenvolvimento capitalista-tecnocrático, observamos muitos jovens encontrando sentido para agir socialmente naquilo onde são afetados.
Tornando caótica a vida de quem vive na cidade, os gestores públicos (que, sabemos, estão a serviço do privado) provocam tensões inescapáveis, pois ofendem a inteligência e indignam a moral social. Dada a lata de tradição dos brasileiros de buscar participar do planejamento público, ou seja, dada a falta de vontade democrática, é do pior que poderá, por reação, advir o melhor. O caminho é mais longo, os danos serão enormes, mas é com isso que poderemos contar: quanto mais administradores públicos melhoram o sistema viário, pior ficará a mobilidade urbana para todos os cidadãos, e quanto mais grave a situação, melhores se tornam as chances da sociedade iniciar sua oposição.
O ano de 2012 já começa com duas boas notícias para os ciclistas: o parlamento da União Europeia votou favoravelmente à ampliação da EuroVelo, a rede europeia de ciclovias, para 700.000 km; e a Alemanha construirá, ainda nesse ano, com 60 km de extensão, a primeira de sua projetada rede de autoestradas com quatro pistas exclusivas para ciclistas. Obviamente que o calibre dessas medidas não tem ainda lugar no solo tupiniquim.
Examinemos a história recente da administração pública brasileira para verificar se existem fatos que podem nos conceder o prazer do otimismo: qual cidade está sendo contemplada com um plano de desenvolvimento ciclístico a curto médio e longo prazo? Qual prefeitura instituiu qualquer meta mensurável de acréscimo da participação da bicicleta na mobilidade urbana para a próxima década? Qual conselho Municipal de Transporte (ou similar, onde ousa existir) delibera sobre a bicicleta no trânsito? Quais programas de incentivo, de forma continuada, foram implementados em nível estadual ou federal? Qual é a qualidade das vias ciclísticas recentemente construídas? Ou seja, onde e quanto as coisas realmente têm melhorado?
Em se tratando de mobilidade urbana, o que se entende por "melhoramento" está sempre ligado à expansão da infraestrutura para os veículos motorizados individuais. Melhoramento via´rio significa para os planejadores urbanos e técnicos de obras públicas, aumentar a capacidade de tráfego de carros com viadutos e duplicações - e se algum minguado canteiro de flores é acrescentado, a intervenção ganha o pomposo nome de "humanização". Entretanto, toda vez que se melhoras o trânsito de carros, temos duas invariáveis consequências.
A consequência imediata é a piora da vida dos ciclistas, pedestres e cadeirantes. Fica mais demorado e perigoso atravessar uma rua que se torna mais larga e na qual a velocidade regulamentada - e desobedecida - torna-se maior; com o fluxo e a velocidade, as raras faixas de travessia de pedestres viram enfeites na pista; os pontos de ônibus, quando não são eliminados, são deslocados para mais longe; passarelas para pedestres, quando construídas, são espaçadas e requerem uma escalada equivalente a um prédio de dois andares.
E a consequência posterior, geralmente em curto prazo, é a re-saturação do trânsito, mantendo ou ampliando o congestionamento e a poluição. O que ocorre, sem que os planejadores urbanos o admitam, é que todo melhoramento é sempre paliativo e provisório, deslocando o ponto de estrangulamento para mais adiante, e que a oferta de novas vias estimula o cidadão a comprar um carro, seja para fugir do - propositalmente? - precário transporte público, seja porque caminhar e pedalar por ali tornou-se impeditivo.
O melhoramento viário e o tecido urbano, arruína ecossistema e paisagens naturais e ignora quem se locomove ativamente. Quanto mais elogiosas são as manchetes jornalísticas, mais nocivo o trânsito se torna para os seus elementos mais vulneráveis, mais para longe se expulsa a tranquilidade, mais se avança na contramão da sustentabilidade e da democracia.
Agora é preciso distinguir entre a análise e a ação. A análise da situação e das perspectivas precisa ser realista, sem ser contaminada por ilusões otimistas ou por torpores pessimistas de quem conduz. Dito isto, é preciso admitir que o quadro da mobilidade urbana no Brasil e da inclusão ciclística é ruim e as expectativas não são promissoras: a mentalidade administrativa prioriza o desenvolvimento econômico e a vontade popular é dominada pela busca do conforto individual.
Uma perspectiva pessimista só pode ser arredada se encontrarmos indícios de uma reação social, uma reação crescente em quantidade - a transformação dos isolados ativistas em massa - e em qualidade - atividades organizadas, campanhas eficientes, pressão política etc. Agora sim, podemos encontrar apoio para o otimismo: não obstante o desânimo dos movimentos sociais brasileiros na última década, e apesar do avanço ainda acelerado do desenvolvimento capitalista-tecnocrático, observamos muitos jovens encontrando sentido para agir socialmente naquilo onde são afetados.
Tornando caótica a vida de quem vive na cidade, os gestores públicos (que, sabemos, estão a serviço do privado) provocam tensões inescapáveis, pois ofendem a inteligência e indignam a moral social. Dada a lata de tradição dos brasileiros de buscar participar do planejamento público, ou seja, dada a falta de vontade democrática, é do pior que poderá, por reação, advir o melhor. O caminho é mais longo, os danos serão enormes, mas é com isso que poderemos contar: quanto mais administradores públicos melhoram o sistema viário, pior ficará a mobilidade urbana para todos os cidadãos, e quanto mais grave a situação, melhores se tornam as chances da sociedade iniciar sua oposição.
[momento em casa] - A respeito da decisao do stf sobre abortamento de anencefalo
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sábado, 14 de abril de 2012
Agradecimentos
Em primeiro,
Venho agradecer a o amigo, que primeiro veio a se inscrever no meu tosto blog, logo após a minha querida amiga Tetê que veio também me acalentar com a sua nobre presença como também uma seguidora.
Em segundo,
Venho pedir desculpas pelos erros de português e concordância que venho a escrever.
Um grande abraço do "amigo de sempre"
Venho agradecer a o amigo, que primeiro veio a se inscrever no meu tosto blog, logo após a minha querida amiga Tetê que veio também me acalentar com a sua nobre presença como também uma seguidora.
Em segundo,
Venho pedir desculpas pelos erros de português e concordância que venho a escrever.
Um grande abraço do "amigo de sempre"
[mr] O valor de cada um
O valor de cada um
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(Baseado num texto recebido pela Internet)
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[mural-cvdee] Sexta-feira (13/04/2012): Olá... Boomm diaaa :))
Olá...
Boomm diaaaa :-)
Como vai vc? Tudo em paz no seu dia?! :)
SER FELIZ
Se sofres não desesperes
Olha a própria retaguarda.
Notarás por ti mesmo
Quem sofre muito mais.
Pensa na provação
Do hanseniano a sós;
Na dor da mãe que implora
O agasalho de um teto;
Do cego que tateia
Com saudade da luz.
Enxuga o pranto alheio
E vê como és feliz.
(Emmanuel/Francisco Cândido Xavier – Em: Doutrina-Escola)
Se sofres não desesperes
Olha a própria retaguarda.
Notarás por ti mesmo
Quem sofre muito mais.
Pensa na provação
Do hanseniano a sós;
Na dor da mãe que implora
O agasalho de um teto;
Do cego que tateia
Com saudade da luz.
Enxuga o pranto alheio
E vê como és feliz.
(Emmanuel/Francisco Cândido Xavier – Em: Doutrina-Escola)
Abraços com carinho
Equipe CVDEE
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